Os primeiros campos do FPL identificam a aeronave, suas regras de operação e capacidades. O preenchimento correto evita rejeições pelo sistema AIS.
Item 7 -- Identificação da aeronave
Preencha com a matrícula da aeronave sem hífen (ex.: PTABC, PRAGB) ou o indicativo de chamada da companhia (ex.: GLO1234). Para aeronaves brasileiras, o AeroCopilot formata automaticamente a matrícula ao selecionar a aeronave do perfil.
Item 8 -- Regras de voo e tipo de voo
Regras de voo: I (IFR), V (VFR), Y (IFR mudando para VFR) ou Z (VFR mudando para IFR). A escolha impacta diretamente a rota, níveis de voo e requisitos de equipamento.
Tipo de voo: S (regular/scheduled), N (não regular), G (aviação geral), M (militar) ou X (outros). A maioria dos voos privados utiliza G.
Item 9 -- Número e tipo de aeronave
Informe o número de aeronaves (normalmente 01), o designador de tipo ICAO (ex.: C172 para Cessna 172, C208 para Caravan, B738 para Boeing 737-800) e a categoria de esteira de turbulência:
| Código | Categoria | Peso máximo de decolagem |
|---|
| J | Super | A380 exclusivamente |
| H | Heavy (Pesada) | Acima de 136.000 kg |
| M | Medium (Média) | Entre 7.000 e 136.000 kg |
| L | Light (Leve) | Até 7.000 kg |
Item 10 -- Equipamentos e capacidades
Este campo é dividido em duas partes e é um dos mais importantes para a validação do plano:
10a -- Comunicação, navegação e aproximação: Letras indicam as capacidades instaladas e operacionais. Os códigos mais comuns são: S (equipamento padrão VHF, VOR, ILS), G (GNSS), R (aprovação PBN), Z (outros equipamentos detalhados no Item 18).
10b -- Equipamento de vigilância: S (transponder Modo S com altitude), C (transponder Modo C), B (transponder Modo S com ADS-B OUT). Em aviação geral brasileira, o mais frequente é S ou C.