O briefing pré-voo é a reunião de todas as informações necessárias para conduzir um voo com segurança. Ele cobre meteorologia, NOTAMs, rota, aeronave e piloto. Um briefing manual leva em média 35 minutos. Com ferramenta digital, o mesmo resultado é obtido em 2 minutos. Este guia ensina os 5 passos com exemplos reais.
Neste artigo
- O que é o briefing pré-voo e por que é obrigatório?
- Passo 1: Meteorologia (METAR e TAF)
- Passo 2: NOTAMs do aeródromo e da rota
- Passo 3: Rota e altitude de cruzeiro
- Passo 4: Aeronave (combustível, peso e documentação)
- Passo 5: Piloto (IMSAFE, CMA e habilitações)
- Briefing manual vs ferramenta digital
- Exemplo completo: Briefing SBJR para SDSC
- Erros comuns no briefing pré-voo
- Checklist de briefing pré-voo
- Perguntas frequentes
O que é o briefing pré-voo e por que é obrigatório?
O briefing pré-voo é o processo sistemático de coleta e análise de informações antes de cada voo. Ele é obrigatório pelo RBAC 91, que estabelece que o piloto em comando deve se familiarizar com todas as informações disponíveis relevantes para o voo pretendido.
Definição: Briefing pré-voo é a consulta obrigatória de meteorologia, NOTAMs, rota, condições da aeronave e aptidão do piloto antes de cada voo. O RBAC 91.103 exige que o piloto em comando se familiarize com todas as informações relevantes antes da operação.
O briefing não é uma formalidade burocrática. É a ferramenta que permite a decisão GO/NO-GO fundamentada. Acidentes por falta de briefing adequado são documentados pelo CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) como fator contribuinte em 30% dos acidentes da aviação geral brasileira.
Itens mínimos do briefing
O RBAC 91 não define um checklist específico, mas estabelece que o piloto deve conhecer:
- Condições meteorológicas no aeródromo de partida, rota e destino
- Comprimento de pista disponível nos aeródromos de operação
- Performance da aeronave para as condições previstas
- Alternativas em caso de deterioração das condições
- Informações aeronáuticas (NOTAMs, SIGMETs, AIRMETs)
Passo 1: Meteorologia (METAR e TAF)
O primeiro passo do briefing é verificar as condições meteorológicas atuais e previstas. Consulte METAR (condições atuais) e TAF (previsão de 6-30 horas) para os aeródromos de partida, destino e alternativa.
O que consultar
| Produto | Fonte | Informação | Cobertura |
|---|---|---|---|
| METAR | REDEMET / DECEA | Condições atuais | Observação horária |
| SPECI | REDEMET / DECEA | Mudanças significativas | Emitido quando necessário |
| TAF | REDEMET / DECEA | Previsão do aeródromo | 6-30 horas à frente |
| SIGMET | REDEMET / DECEA | Fenômenos severos em rota | Válido por até 6 horas |
| Carta SIGWX | REDEMET / DECEA | Tempo significativo em área | Previsão gráfica |
| Imagem satélite | REDEMET / DECEA | Formação de nuvens | Tempo real |
Análise meteorológica passo a passo
Siga esta sequência para análise meteorológica:
- Leia o METAR de partida — verifique vento, visibilidade, teto e fenômenos
- Classifique como VMC ou IMC — compare com os mínimos da classe de espaço aéreo
- Leia o METAR de destino — mesma análise, verificando se permite a operação pretendida
- Consulte o TAF — verifique se há previsão de deterioração durante o voo
- Verifique SIGMET/AIRMET — fenômenos severos na rota
- Analise o spread — diferença menor que 3°C entre temperatura e ponto de orvalho indica risco de nevoeiro
Critérios GO/NO-GO meteorológicos
| Condição | VFR GO | VFR NO-GO |
|---|---|---|
| Visibilidade partida | Acima de 5 km (VMC) | Abaixo de 5 km (IMC) |
| Teto partida (CTR) | Acima de 1.500 ft | Abaixo de 1.500 ft |
| Visibilidade destino | Acima de 5 km (VMC) no ETA | Abaixo de 5 km no ETA |
| TAF destino | Sem previsão de IMC no ETA | BECMG/TEMPO indicando IMC |
| SIGMET na rota | Sem CB ou TS na rota | CB/TS ativo na rota |
| Vento cruzado | Dentro do limite da aeronave | Acima do limite demonstrado |
Passo 2: NOTAMs do aeródromo e da rota
NOTAMs (Notices to Airmen) contêm informações temporárias que afetam a operação. Pistas fechadas, equipamentos fora de serviço, restrições de espaço aéreo e procedimentos alterados são publicados via NOTAM. Ignorar NOTAMs é negligência operacional.
Onde consultar NOTAMs
Os NOTAMs brasileiros são publicados pelo AIS/DECEA e disponíveis no AISWEB (aisweb.decea.mil.br). Para um briefing completo, consulte NOTAMs de:
- Aeródromo de partida — pista, auxílios, serviços
- Aeródromo de destino — pista, auxílios, serviços
- Aeródromo de alternativa — mesmos itens
- Rota — FIR, espaço aéreo, auxílios em rota
- NOTAMs de ampla divulgação — NOTAM série A (nacionais)
Classificação de NOTAMs por criticidade
| Tipo | Impacto | Exemplo | Ação |
|---|---|---|---|
| Pista fechada | Crítico | RWY 09R/27L CLSD | Verificar pista alternativa |
| ILS fora de serviço | Alto (IFR) | ILS RWY 09R U/S | Planejar aproximação alternativa |
| PAPI fora de serviço | Médio (noturno) | PAPI RWY 27 U/S | Atenção no visual |
| Restrição de espaço aéreo | Alto | P-AEA ativada | Replanejar rota |
| Obstáculo temporário | Médio | Guindaste a 500 m da cabeceira | Atenção na aproximação |
| AFIS disponível | Informativo | AFIS disponível 1200-2200 UTC | Horário de serviço |
Filtragem eficiente de NOTAMs
Um briefing típico pode retornar 30-50 NOTAMs. Para filtrar com eficiência:
- Priorize NOTAMs de pista — fechamentos e restrições
- Identifique equipamentos críticos — ILS, VOR, NDB que estão no seu plano
- Verifique restrições de espaço aéreo — áreas proibidas, restritas e perigosas
- Ignore NOTAMs irrelevantes — obras em taxiway que não será usada, equipamentos de pista que não afetam a operação
Passo 3: Rota e altitude de cruzeiro
O planejamento de rota inclui a seleção de waypoints, altitude de cruzeiro e alternativas. Para voos VFR, a rota deve considerar referências visuais, espaço aéreo e terreno. Para IFR, a rota segue aerovias e procedimentos publicados.
Seleção de altitude VFR (regra semicircular)
A altitude de cruzeiro VFR no Brasil segue a regra semicircular baseada na proa magnética, conforme ICA 100-12:
| Proa magnética | Altitudes VFR (abaixo FL145) |
|---|---|
| 000° a 179° | Ímpares + 500: 3.500, 5.500, 7.500, 9.500, 11.500, 13.500 ft |
| 180° a 359° | Pares + 500: 4.500, 6.500, 8.500, 10.500, 12.500, 14.500 ft |
Checklist de rota
Para garantir que a rota está adequada, verifique:
- Distância total — em milhas náuticas
- Tempo estimado — considerando vento em altitude
- Terreno máximo na rota — margem mínima de 1.000 ft acima dos obstáculos VFR
- Espaço aéreo — CTR, TMA e áreas especiais na rota
- Alternativas — aeródromos na rota para pouso de emergência
- Referências visuais — cidades, rios, rodovias (VFR)
- Comunicações — frequências TWR, APP e FIS na rota
Passo 4: Aeronave (combustível, peso e documentação)
O quarto passo verifica se a aeronave está apta para o voo pretendido. Isso inclui cálculo de combustível, peso e balanceamento, e verificação documental.
Cálculo de combustível VFR
O combustível mínimo para voo VFR conforme RBAC 91:
- Combustível de táxi — 5 litros (estimativa padrão)
- Combustível de trip — consumo x tempo de voo
- Contingência — 5% do combustível de trip (ICAO)
- Reserva final — 30 minutos de voo para avião, 20 minutos para helicóptero
Fórmula: Combustível total = Táxi + Trip + Contingência (5%) + Reserva (30 min)
Exemplo: voo de 2 horas em C172 (consumo 34 L/h):
- Táxi: 5 L
- Trip: 34 x 2 = 68 L
- Contingência: 68 x 0,05 = 3,4 L
- Reserva: 34 x 0,5 = 17 L
- Total: 93,4 L
Peso e balanceamento (W&B)
O W&B confirma que a aeronave está dentro dos limites de peso e CG (centro de gravidade) para todas as fases do voo:
- Peso de decolagem — não pode exceder o MTOW (Maximum Takeoff Weight)
- Peso de pouso — não pode exceder o MLW (Maximum Landing Weight)
- CG na faixa — dentro do envelope publicado no POH/AFM
- Carga útil — tripulantes + passageiros + bagagem + combustível
Documentação da aeronave (CANETA)
Verifique a documentação obrigatória (acrônimo CANETA):
- Certificado de Aeronavegabilidade (CA)
- Apólice de seguro (RETA)
- Nota fiscal de hangaragem (quando aplicável)
- Especificações da aeronave (AFM/POH)
- Termo de Responsabilidade
- Autorização de operação (CVA válido)
Passo 5: Piloto (IMSAFE, CMA e habilitações)
O último passo do briefing avalia se o piloto está apto para o voo. Este passo é frequentemente negligenciado, mas é tão importante quanto os anteriores. O checklist IMSAFE e a verificação documental compõem esta etapa.
Checklist IMSAFE
O acrônimo IMSAFE avalia a condição psicofísica do piloto:
| Letra | Significado | Pergunta de verificação |
|---|---|---|
| I | Illness (Doença) | Estou com algum sintoma de doença? |
| M | Medication (Medicação) | Estou tomando alguma medicação? |
| S | Stress (Estresse) | Estou sob estresse significativo? |
| A | Alcohol (Álcool) | Consumi álcool nas últimas 8-12 horas? |
| F | Fatigue (Fadiga) | Dormi pelo menos 8 horas? Estou descansado? |
| E | Eating (Alimentação) | Estou alimentado e hidratado? |
Se qualquer item do IMSAFE apresentar resposta negativa, o piloto deve reconsiderar a decisão de voar. A pressão para completar o voo (get-there-itis) é um dos fatores contribuintes mais comuns em acidentes.
Verificação documental do piloto
| Documento | Validade | Verificar |
|---|---|---|
| CMA | Conforme classe e idade | Data de vencimento |
| Licença | Conforme tipo | Habilitações vigentes |
| IFR (se aplicável) | 12 meses | Data do último cheque |
| MLTE (se aplicável) | Conforme RBAC | Aeronave compatível |
| Proficiência linguística | 3-6 anos (conforme nível) | Validade ICAO |
| Caderneta de voo | Permanente | Horas recentes |
Checklist PAVE
O checklist PAVE complementa o IMSAFE com análise de risco mais abrangente:
- P — Pilot (Piloto): experiência, proficiência, condição física
- A — Aircraft (Aeronave): performance, limitações, equipamento
- V — enVironment (Ambiente): meteorologia, terreno, espaço aéreo
- E — External pressures (Pressões externas): horário, passageiros, compromissos
Briefing manual vs ferramenta digital
A diferença de tempo e completude entre briefing manual e digital é significativa. Um briefing manual completo exige acesso a múltiplos sites e cálculos separados. Uma ferramenta digital consolida tudo em uma interface.
Comparação de tempo por etapa
| Etapa | Manual | Digital (AeroCopilot) | Diferença |
|---|---|---|---|
| METAR/TAF partida+destino | 5 min | 10 seg | -97% |
| NOTAMs (consulta e filtragem) | 10 min | 15 seg | -97% |
| Rota e altitude | 8 min | 20 seg | -96% |
| Combustível e W&B | 7 min | 15 seg | -96% |
| IMSAFE e documentação | 5 min | 30 seg | -90% |
| Total | 35 min | 2 min | -94% |
Fontes consultadas no briefing manual
Para um briefing manual, o piloto precisa acessar:
- REDEMET (redemet.aer.mil.br) — METAR, TAF, SIGMET, cartas
- AISWEB (aisweb.decea.mil.br) — NOTAMs, cartas IAC/SID/STAR/ADC
- Calculadora de W&B — planilha ou POH
- Calculadora de combustível — planilha manual
- Google Maps ou carta VFR — planejamento de rota
Com ferramenta digital, todas essas fontes são consultadas automaticamente e os dados são consolidados em um único briefing.
Exemplo completo: Briefing SBJR para SDSC
Veja um briefing completo para o voo VFR de SBJR (Jacarepaguá, RJ) para SDSC (São Carlos, SP) em C172.
Dados do voo
| Parâmetro | Valor |
|---|---|
| Partida | SBJR (Jacarepaguá) |
| Destino | SDSC (São Carlos) |
| Aeronave | Cessna 172S |
| Distância | 250 NM |
| Altitude de cruzeiro | 7.500 ft (proa ~270°, ímpar+500) |
| TAS estimada | 110 kt |
| Tempo de voo | 2h20 |
| Combustível trip | 79 L (34 L/h x 2,33h) |
| Contingência 5% | 4 L |
| Reserva 30 min | 17 L |
| Total combustível | 105 L |
Passo 1: Meteorologia
METAR SBJR: METAR SBJR 141200Z 18008KT 9999 FEW030 SCT080 27/19 Q1016 NOSIG
- VMC: visibilidade 10 km+, sem teto definido. GO.
METAR SDSC: METAR SDSC 141200Z 09005KT 9999 SCT035 25/14 Q1018 NOSIG
- VMC: visibilidade 10 km+, nuvens dispersas a 3.500 ft. GO.
TAF SDSC: Sem previsão de deterioração. GO.
Passo 2: NOTAMs
- SBJR: RWY 03/21 operacional. PAPI RWY 21 operacional. Sem restrições.
- SDSC: AFIS operacional 1200-2200 UTC. Sem restrições de pista.
- Rota: Sem NOTAM de restrição de espaço aéreo na rota direta.
Passo 3: Rota
Rota: SBJR → Volta Redonda → Juiz de Fora → São João Del Rei → SDSC. Altitude: 7.500 ft (proa ~270°). Terreno máximo: 4.500 ft na Serra da Mantiqueira. Margem: 3.000 ft.
Passo 4: Aeronave
W&B: 2 POB + 10 kg bagagem + 105 L combustível = 1.035 kg (MTOW 1.111 kg). CG dentro do envelope. Documentação verificada.
Passo 5: Piloto
IMSAFE: todos os itens satisfatórios. CMA 2a classe válido até 03/2029. PP válido. IFR não requerido (voo VFR diurno).
Decisão: GO.
Erros comuns no briefing pré-voo
Evitar esses erros aumenta significativamente a segurança:
- Não consultar o TAF — ver apenas o METAR atual e ignorar a previsão
- Ignorar NOTAMs de rota — verificar apenas partida e destino
- Não calcular alternativa — assumir que o destino estará disponível
- Subestimar combustível — calcular sem contingência e reserva
- Pular o IMSAFE — voar cansado, estressado ou medicado
- Briefing desatualizado — fazer briefing na véspera e não atualizar no dia
- Não verificar vento cruzado — calcular componente de vento cruzado na pista de pouso
- Confiar apenas em apps genéricos — usar fontes que não usam dados oficiais do DECEA
Checklist de briefing pré-voo
Use este checklist antes de cada voo:
- [ ] METAR de partida consultado e classificado (VMC/IMC)
- [ ] METAR de destino consultado e classificado
- [ ] TAF de destino verificado para o horário de chegada
- [ ] SIGMET/AIRMET verificados para a rota
- [ ] NOTAMs de partida lidos e filtrados
- [ ] NOTAMs de destino lidos e filtrados
- [ ] NOTAMs de rota verificados
- [ ] Rota plotada com waypoints
- [ ] Altitude de cruzeiro selecionada (regra semicircular)
- [ ] Combustível calculado (trip + contingência + reserva)
- [ ] W&B calculado e dentro do envelope
- [ ] Documentação da aeronave verificada (CANETA)
- [ ] IMSAFE respondido satisfatoriamente
- [ ] CMA e licença com validade verificada
- [ ] Decisão GO/NO-GO registrada
Perguntas frequentes
O que é briefing pré-voo?
Briefing pré-voo é o processo de coleta e análise de meteorologia, NOTAMs, rota, condições da aeronave e aptidão do piloto antes de cada voo. É obrigatório pelo RBAC 91.103 e essencial para a decisão GO/NO-GO fundamentada.
O briefing pré-voo é obrigatório?
Sim. O RBAC 91.103 estabelece que o piloto em comando deve se familiarizar com todas as informações disponíveis relevantes para o voo pretendido. O não cumprimento constitui infração regulamentar passível de ação da ANAC.
Quais os itens mínimos do briefing?
Os itens mínimos são: condições meteorológicas (METAR, TAF), NOTAMs, comprimento de pista, performance da aeronave, combustível, peso e balanceamento, e aptidão do piloto. O RBAC 91 não define um formulário específico, mas exige conhecimento completo.
Qual a diferença entre briefing e planejamento de voo?
Briefing é a coleta de informações para decisão GO/NO-GO. Planejamento de voo é a elaboração do plano de voo ICAO com rota, altitude, combustível e horários. O briefing vem antes do planejamento. Sem briefing favorável, não há planejamento.
Quanto tempo leva um briefing completo?
Um briefing manual completo leva em média 35 minutos, incluindo consulta a múltiplos sites e cálculos. Com ferramenta digital como o AeroCopilot, o mesmo briefing é concluído em 2 minutos com dados oficiais do DECEA consolidados automaticamente.
O que é o checklist IMSAFE?
IMSAFE avalia a aptidão do piloto: Illness (doença), Medication (medicação), Stress (estresse), Alcohol (álcool), Fatigue (fadiga) e Eating (alimentação). Se qualquer item apresentar resposta desfavorável, o piloto deve reconsiderar a decisão de voar.
Onde consultar dados meteorológicos para o briefing?
Os dados oficiais estão no REDEMET (redemet.aer.mil.br) do DECEA. Consulte METAR, TAF, SIGMET, cartas SIGWX e imagens de satélite. Também estão disponíveis no AISWEB da ANAC e em plataformas integradas como o AeroCopilot.
Faça seu briefing completo em 2 minutos
O AeroCopilot gera um briefing pré-voo completo em 2 minutos, consolidando METAR, TAF, NOTAMs, rota, combustível e FRAT (Flight Risk Assessment Tool) com dados oficiais do DECEA. Cada briefing inclui classificação VMC/IMC automática, análise de NOTAMs por criticidade e cálculo de combustível conforme RBAC 91.
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Fontes: ANAC — RBAC 91 (Regras Gerais de Operação para Aeronaves Civis), DECEA — ICA 100-12 (Regras do Ar), CENIPA (Relatórios de Acidente e Incidente), ICAO Doc 4444 (PANS-ATM), REDEMET (redemet.aer.mil.br).
